Quando somos crianças há, teoricamente, uma condescendência universal. O céu e a terra dão-nos um voto de confiança naquilo que é o nosso processo de transição do infinito para o mundo real. Depois tudo passa. O mundo gira: depois de nascer, crescemos, reproduzimos-nos, envelhecemos e morremos.
É quase sempre assim.
Eu não!
Até hoje só envelheci sem crescer.
Por isso os puritanos que me perdoem, mas a minha língua vai cometer um acto fálico. Que se foda tudo! Que se fodam todos.

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